Onde andam as alegrias pulsantes de meus dias? A inspiraço que me habitava? Deve ter sido esmagada pelos socos e pontapés que a vida tem me reservado. Os pingos estão fora dos is. As palavras tem saído com uma sinceridade incrível. E machuca. As feridas são cutucadas, o sofrimento é massante. Fico me perguntando se vale a pena tudo isso, que já disse com todas as letras não esperar futuro. Os tormentos aumentam. A confiança existe, mas e o respeito?
Minha porta esteve aberta e ninguém quis entrar para conhecer o aconchego do lar...
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