quarta-feira, 22 de julho de 2009

Poema maldito

O olhar,
encontrou abrigo.
Medo?
Não há mais perigo!
Os lábios,
aproximaram.
os corações,
silenciaram.

A espera?
fora findada.
As expectativas?
alcançadas.
O momento,
palavra maldita,
enfim chegou.
Mas como o vento que nos toca,
passou.
Passou e nos deixa a lembrança
dos abraços, dos beijos, da dança
do sonho que se consumou,
do meu amor,
que não bastou.

E o beijo, enfim,
aconteceu.
Mas o que havia em mim,
depois dele,
[suprimido] ?




peço perdão à pessoa a quem dedico este poema.

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